Tenho visto várias manifestações sobre o final da novela " Amor à Vida" da Rede Globo por parte do povo evangélico com relação ao beijo gay interpretado por dois de seus atores. Como evangélico que sou, e conhecedor dos preceitos bíblicos, é claro que de acordo com a Bíblia não fui a favor da cena em questão e por isso devo ser respeitado, assim como o judeu o é e tantas outras pessoas por seu princípio religioso inclusive o seguimento gay que apesar de não concordar com a sua prática por motivos já expostos, também é merecedor do meu respeito enquanto cidadãos. Porém; (ai porém)... Quero deixar claro que pra mim a dita cena foi irrelevante. Se nós evangélicos a repudiamos tanto (ao que me parece segundo as manifetações nas redes sociais), aonde estava a nossa indignação ao ver que tal novela propagou cenas de filho contra pai, pai contra filho, adultério exacerbado, violência, cenas de sexo explicito em horário nobre, tio jogando sobrinha em caçamba de lixo, brigas por poder e dinheiro, traições e tantas outras coisas mais que eu poderia citar? Agora; depois disso tudo condenar apenas a cena do beijo gay me parece meio sem sentido uma vez que deveríamos condenar a novela inteira pelo péssimo exemplo de vida familiar que a mesma apresentou. Ao final me parece que estamos querendo como diz meu pai; tapar o sol com a peneira. O beijo gay que a novela exibiu, foi apenas consequência da trama que caminhava pra isso. Aliás; por isso já esperávamos. Um dia aconteceria. No fim de tudo deveríamos não assistir a esses tipos de programações que denigrem e degradam a família em todos os aspectos. Fica a dica para o povo evangélico!
E Jesus VENDO a fé deles disse ao paralítico: "LEVANTA TOMA A TUA CAMA E ANDA".Jesus viu a fé daqueles homens que carregavam o paralítico. Então não venda a fé.Veja através da fé. tenha fé no filho de Deus.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de junho de 2013
EXTRAÍDO DO BLOG GENIZAH - EM 21/06/2013
CURA GAY - Coisas que você deveria saber, mas a preguiça não deixa - José Linhares
![]() |
| Marco Feliciano chora |
Texto de José Linhares Jr. - JORNAL PEQUENO - Blog doLinhares
Vou logo ser claro no começo para evitar equívocos: eu tenho convicção de que gays, héteros e bissexuais não são doentes por conta de suas opções. Bem como acho Marcos Feliciano um idiota útil que vez ou outra serve de cortina de fumaça para o PT. Agora vamos ao debate…
Nos últimos dias deixaram uma coisa clara: o povo brasileiro quer mudar, quer deixar de ser apático e se tornar um povo contestador. No entanto, também fica claro que essa vontade carece de informação prévia sobre as coisas. Nas últimas horas a internet foi tomada por protestos contra a tal “cura gay”. Agem como se aquele pateta do Marcos Feliciano estivesse tramando uma campanha em que o Ministério da Saúde saia por aí prendendo e “curando” homossexuais. Vamos aprender um pouquinho…
1 – Não existe projeto de lei que IMPONHA tratamento de saúde a homossexuais no Congresso Nacional. Não existe sequer lei oficial que trate homossexualidade como doença.
2 – O termo “cura gay” tratado atualmente na Comissão de Direitos Humanos é oriundo de um documento do Conselho Federal de Psicologia de 1999. E é justamente sobre este documento que estão centradas as discussões na Câmara Federal.
3 – O projeto debatido na Câmara não propõe “cura gay”, mas sugere a supressão de dois trechos da tal resolução instituída em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia. Que são: “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades” e “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
4 – O que o Conselho de Psicologia fez foi simplesmente calar as discussões sobre o assunto de maneira covarde. Conceituou de ‘cura gay’ de maneira IRRESTRITA o tratamento psicológico. Qualquer pessoa em sã consciência não apoiaria tratamento imposto. Mas, e se o hétero, bissexual ou gay QUISER ajuda psicológica? Quem é o CFP para dizer a héteros, bissexuais ou gays que eles não podem se indispor com suas opções e tentar buscar ajuda de um profissional?
5 – Quem criou a ‘cura gay’ não foi a Câmara de Deputados, foi o Conselho Federal de Psicologia! A contradição nesse discurso é óbvio. Por acaso um hétero que busque a ajuda de um psicólogo para se assumir homossexual e conviver melhor com sua condição estará se curando de alguma doença? Então porque o contrário é verdadeiro?
6 – A supressão destes dois termos não implica de maneira alguma em perseguição a homossexuais pelo Estado. O cerne da discussão é o seguinte: um gay, hétero ou bissexual insatisfeito com sua condição pode buscar a ajuda de um psicólogo, ou não? E, vejam bem, procurar a ajuda de um psicólogo por conta de insatisfação não significa que ao fim do tratamento teremos um hétero, gay ou bissexual. Pode ser que sim, pode ser que não. O que o Conselho Federal fez foi acabar com a primeira opção. Gays, héteros e bissexuais por vontade própria não podem procurar psicólogos com a intenção de buscar ajuda.
7 – Da mesma forma que é absurda qualquer tentativa de impor a qualquer pessoa que seja “curada” de sua sexualidade, é totalmente arbitrária e desrespeitosa a supressão do direito de uma pessoa, inconformada com sua orientação sexual, de procurar tratamento.
Sem mais…
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Rio de Janeiro Cinco Séculos de História e Transformações Urbanas. Capitulo 6.
No texto Rio de Janeiro: Da Urbe Colonial À Cidade Dividida, Jaime Larry Benchimol[1] traça um panorama da Cidade do Rio de Janeiro nos aspectos urbanísticos e de saúde dividindo sua narrativa em duas fases para melhor compreensão de sua análise.
Segundo Benchimol, o Rio de Janeiro
passou por grandes mudanças urbanísticas que influenciaram na sua estrutura
social e econômica. Grande parte dessas mudanças tinha por inspiração
reproduzir as transformações ocorridas em Paris por Haussmann[2].
Para Benchimol se tais mudanças não ocorressem seríamos hoje uma cidade
equiparada a Salvador e Paraty que em seu centro urbano abrigam as estruturas
das velhas cidades do Brasil Colonial. Para entendermos a origem dos fatos
devemos nos reportar a 1763 quando o Rio passa a ser capital dos vices-reis, ao
ciclo da mineração, a transferência da corte de Portugal para a sua colônia e o
Rio como palco para o processo de independência em 1822.
Aspectos
Urbanos da Cidade:
O Rio de Janeiro tem sua hegemonia caracterizada em
1763 quando se torna capital da metrópole tendo elevada a sua importância a
partir do ciclo da mineração. Era preciso garantir o controle do ouro que vinha
das Minas e o Rio se tornou o principal porto de escoamento dessa riqueza até a
metrópole gerando grande impacto na sua economia e demografia. Contudo, era
urgente organizar a forma de ocupação do espaço urbano. Até o final do século
XVIII, escravos transitavam em trajes indecentes, a cidade cheirava mal, as
ruas em péssimo estado de calçamento, estreitas e com grande trafego de
carroceiros, falta de saneamento, (retirada de dejetos pelos “tigres”), mão de
obra essencialmente escrava, grande concentração populacional no centro o que
em muito contribuía para o avanço de doenças epidêmicas. A cidade,
essencialmente escravista
possui grande parte das profissões realizadas por negros: “Os tigres”, os
carregadores de mercadorias e de pessoas que substituíam o trabalho de tração
animal, (cavalo, burro etc.). As melhores funções eram
destinadas aos brancos nas repartições públicas, no exército (afirma-se que são
tantos, que em pouco tempo o número de oficiais ultrapassará o número dos
soldados), o mesmo acontece nas Igrejas com o número de clérigos. Era normal um
branco ter pelo menos dois escravos.
O século XIX é marcado pela
vinda da família real para o Brasil, a cidade se torna a capital do Reino Unido
Portugal Brasil e Algarves, mudanças acontecem em sua demografia e em sua
arquitetura e sua população dobra.
A cidade cresce o embarque e
desembarque de escravos é transferido para a Gambôa, é criado o Bairro da
Cidade Nova, o canal da Praça da Bandeira é aterrado, é construída na quinta da
Boa Vista a residência oficial da Família Real.
O século XIX é também marcado
pelo fim do comércio internacional de escravos, o crescimento do cultivo de
café no vale do Paraíba e de investimos internacionais (Inglaterra). A segunda
Revolução Industrial traz à cidade do Rio de Janeiro a necessidade de modernização,
neste período são criadas as ferrovias e estas fazem com que a Cidade se
expanda. Cortando sertão adentro a modernidade levou ao crescimento demográfico
e futuramente ao crescimento industrial do que hoje chamamos subúrbio do Rio de
Janeiro e baixada Fluminense.
Começam a mudar as relações
de trabalhos com a contratação de mão de obra assalariada para as primeiras
indústrias e outros serviços. Os serviços públicos se expandem – iluminação a
gás, redes de água e esgotos, limpeza e transportes urbanos (bondes),
embarcações a vapor etc.
O crescimento da cidade se contradiz
com o que se preserva no antigo centro da cidade. Ruas estreitas sem ventilação
e insalubres, é preciso modernizar, alargar ruas, retirar os cortiços e
resolver os problemas de ordem sanitária e saúde para erradicar epidemias que
dizimavam a população carioca aglomerada no centro da cidade. A peste bubônica
e a febre amarela eram as doenças mais graves.
No ano de 1873 realizou-se
uma sessão na
academia imperial de medicina para falar sobre a questão da saúde pública do
Rio de Janeiro e que também definiu as reformas em que o Rio deveria passar tais
como: a retirada dos cortiços (20 mil pessoas seriam retiradas dos cortiços),
derrubada de morros e toda uma renovação urbanística que tornaria a cidade mais
ventilada e salubre. Porém, não foram executadas as reformas nesse período
acontecendo apenas três décadas mais tarde.
A passagem da Monarquia para
a República conservou os mesmos problemas para a cidade do Rio de Janeiro, mas
é neste período, na passagem do século XIX para o XX que grandes sanitaristas e
médicos executarão grandes mudanças no contexto político e urbanístico na
cidade do Rio de Janeiro.
Insalubridade:
Francisco Pereira Passos,
engenheiro, Oswaldo Cruz, médico sanitarista foram os personagens diretos na
reformulação da cidade do Rio de Janeiro no plano de combate as epidemias
através de vacinas quando a Cidade foi repartida em distritos sanitários, como
nas reformas urbanísticas.
Diante destes fatos acontecem
a “Revolta da Vacina” o “Bota Baixo” que retirou inúmeras pessoas dos cortiços
no centro do Rio que se alojaram e criaram a primeira favela da Cidade no Morro
da Providência. Iniciam-se as obras de
infra-estrutura no Rio de Janeiro; remodelação urbana, obras no porto,
alargamento de ruas, conexão entre o Centro e a Zona Portuária, embelezamento
da cidade, habitação popular, No projeto ruas foram alargadas, construída a Av. Central (atual Rio
Branco), destruindo o morro do Castelo não levando em consideração o patrimônio
histórico que o morro representava para a cidade do Rio de Janeiro por ser um
dos primeiros locais habitados. Em fim a cidade deveria refletir a Bélle Époque
Francesa.
A retirada dos moradores dos
cortiços do centro sem nenhum planejamento fez com que se iniciasse um processo
de favelização dividindo a cidade, processo este que Zuenir Ventura[3]
encarou como excludente e principal responsável pela violência que vemos a cada
dia tornar-se crescente. Hoje, em pleno século XXI sofremos o reflexo dessa
arbitrariedade que Zuenir Ventura em seu livro Cidade Partida, afirma:
“A política de
exclusão foi um desastre. Não apenas moral e humanitário, mas também do ponto
de vista da eficácia (...) ao empurrarem as ‘classes perigosas’ para os espaços
de baixo valor imobiliário, as ‘classes dirigentes’ não perceberam que as
estavam colocando numa situação estrategicamente privilegiada em caso de
confronto (...). Enquanto dos morros só se ouviam os sons do samba, parecia não
haver problema. Mas agora se ouvem os tiros”.[4]
A remoção das favelas na Zona Sul na
década de 60 (Praia do Pinto) e em outras áreas contribuiu para a segregação
social. Hoje, política de cultura, saúde, bens e serviços visam juntar a Cidade
dividida.
[1]
Historiador Brasiliero – Vide Currículo: http://ppghcs.coc.fiocruz.br/index.php/docentes/103-corpo-docente/163-jaime-larry-benchimol
[2] O barão Haussmann foi prefeito de Paris entre 1853-1870
[3]
Jornalista e escritor brasileiro
quinta-feira, 21 de julho de 2011
N O V E L A
| No Brasil, Insensato Coração é a novela com maior número de homossexuais até o momento. Segundo o jornal O Dia, a parceria Gilberto Braga e Ricardo Linhares, os autores, escreveram cenas de selvageria contra casais gays que irá ao ar nas próximas semanas. Na segunda-feira, dia 18, uma cena causou protestos contra a Rede Globo. O personagem Chicão (Wendell Bendelack) tem uma fala em que ridiculariza os pais evangélicos, afirmando que eles são idiotas manipulados por um pastor evangélico, e por este motivo os tratam mal. A tentativa de ridicularizar líderes e cristãos evangélicos em geral gerou reações contra a emissora. O Pastor Silas Malafaia enviou carta de protesto à alta cúpula da emissora. Faça o mesmo, mostre sua insatisfação: |
terça-feira, 15 de março de 2011
CARTA AOS ROMANOS CAPÍTULO 1
Autoria: O Autor e remetente da carta é Paulo, judeu de nascimento e por opção, que se converteu ao Cristianismo e que também tinha cidadania Romana.
Local da escrita: Provavelmente foi escrita em Coríntios por ocasião da terceira viagem missionária do apóstolo quando ele estava hospedado na casa de Gaio.(Rm.16:23).
Propósito da carta: preparar o caminho para a visita do apóstolo, conseguir o apoio dos irmãos para seu futuro ministério na Espanha, firmar posição quanto ao seu chamado e ministério, edificar a fé dos romanos. A igreja em Roma não tinha um líder ou mestre apostólico, não havia ainda sido instruída doutrinariamente, possuíam apenas as escrituras hebraicas (AT), os evangelhos ainda não tinham sido escritos, algumas epístolas já haviam sido enviadas a outras igrejas. Logo, esta carta seria a primeira literatura de cunho cristão e doutrinário na nova aliança, que os irmãos teriam acesso e que iria nortear o rumo da igreja.
Apresentação formal e ministerial: (Ver. 1à6).
Paulo faz na carta sua apresentação afirmando ser servo de Cristo estando a serviço do seu Senhor, ele afirma também ter sido chamado por Deus para o exercício do apostolado. Essa apresentação se faz necessária porque havia certa resistência ao apóstolo pelo fato dele ainda não ter ido a Roma. Alguns nem mesmo acreditavam na sua existência considerando-o um “mito”, isto porque em plena Roma do inicio da era Cristã, ninguém imaginaria um fariseu da mais alta estirpe como ele mesmo afirma: “Eu sou fariseu”... (At.23:6) converter-se a fé cristã e agora estar por orientação de Deus norteando os rumos da igreja.
Destinatários: (Ver. 7) Os irmãos recém convertidos tanto gentios quanto judeus, que retornaram para Roma (na sua maioria) após experimentarem o poder de Deus e ouvirem o discurso de Pedro por ocasião pentecoste em Jerusalém.
O testemunho dos irmãos romanos: (Ver. 8-15). Paulo dá testemunho dos irmãos romanos, diz que anela vê-los e orava para que pudesse visitar a cidade e ensinar aos que lá estavam. Considera-se devedor tanto a Grego como á Bárbaros o que caracteriza não haver acepção de pessoas para o apóstolo já que na Roma antiga todo homem que não tivesse formação grega era considerado bárbaro e descriminado por isso. O apóstolo se prontifica a ir a Roma a fim de pregar o evangelho.
A justificação pela fé: (Ver. 16 e 17) – Esse é o tema da carta. Alguém poderia entender que o apóstolo não teria ainda ido a Roma porque se sentiria constrangido em evangelizar seus concidadãos o que vai levá-lo a dizer: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo”... O evangelho é para salvação, é poder de Deus, é por meio da fé; não faz distinção entre os homens; torna-nos filhos de Deus. (Rom.1:16). Ele fala da justiça de Deus e cita o A.T quando Diz: “Mas o justo viverá da fé”. Habacuque (2:4).
A idolatria e depravação dos gentios: (Ver. 18 a 32). O que aprendemos com a citação de Habacuque também se aplica dos versículos dezoito até o versículo trinta e dois: a depravação da humanidade é uma evidência da falta de fé em Deus Somente aqueles que crêem na mensagem do evangelho descobrem a justiça de Deus, pois é isto que o evangelho manifesta a todos quantos crêem. Já aos incrédulos é dado conhecer a ira de Deus, pois mesmo eles não sabendo, a ira de Deus se manifesta neles. Deus manifesta a sua ira sobre os homens que detém a verdade de Deus em injustiça.
A natureza testifica de Deus: (Ver. 20 a 23). Paulo expõe aos cristãos de Roma que os atributos de Deus, bem como o seu eterno poder e sua divindade são facilmente perceptíveis por tudo quanto está criado por Deus. Podemos comprovar a existência de Deus quando observamos a criação, (Sl.19:1-3) porém os homens ao perceberem tais coisas não lhe deram a devida glória. Este versículo pode-se analisar com Hb 11:6: porque quem se aproxima de Deus deve crer que ele existe. É loucura negar a existência de Deus. (Sl.14:1 ). Quando se substitui a glória devida a Deus por outras coisas tende-se a idolatria.
A ira De Deus é revelada: (Ver. 24 a 32) O apóstolo Paulo descreve o comportamento dos homens que rejeitaram a Deus e seguem as concupiscências. Deus os entrega as suas próprias paixões. Uma vida desregrada e sem Deus, faz o homem descer ao mais baixo nível da degradação humana cometendo torpeza, contrariando á natureza, tendo relações sexuais ilícitas, praticando, prostituição, malícia, pelo que Deus trará juízo a todas essas coisas.
Um dos pecados apontados por Paulo: A Perversão sexual - comum naqueles dias como nos dias de hoje. Por isso a Carta aos Romanos é tão atual. O apóstolo diz que eles deixaram o uso natural cometendo torpeza, tendo relações ilícitas homem com homem. Hoje no Brasil temos em voga o projeto de lei 122 que havia sido arquivado e agora foi pedido seu desarquivamento pela senadora Marta Suplicy. No seu bojo este projeto de lei legitima o homossexualismo e pune quem se manifestar contra a prática homossexual. Sabemos, porém, que as leis humanas não estão acima das leis instituídas por Deus. Muito embora a sociedade queira incutir esse modelo como sendo “politicamente correto” a igreja do Senhor deve firmar posição contrária combatendo essa prática e anunciando que há esperança de uma nova vida em Cristo Jesus. O homossexualismo desafia á Deus (Gen:1:26 e 27), é abominação ao Senhor (Lev.20:13), é profanação do corpo humano que foi criado pra ser morada de Deus (1Co.6:13). É um comportamento adquirido; não herdado; não imposto; não tem origem hormonal; não tem origem cromossômica,( não existe cromossoma homossexual), não tem origem genética como muitos querem afirmar. Deus fez tudo perfeito e na criação não deixou opção para um terceiro sexo. “Macho e Fêmea os Criou”. O que passa disso é de procedência Maligna!
O assunto continua nos capítulos 2 e 3
Rogério Silva, um conservo teu.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A FAVELINHA DO CÉU
Trecho de pregação (?) da Sarah Sheeva na PIV Guarulhos – SP:
“Vocês sabiam que o céu não é como falam? Você sabia que o lugar que você morará no céu depende da sua santidade aqui? Tá, quer um exemplo? Minha filha, teve a chance de conhecer o evangelho mais cedo que eu, que só encontrei Jesus depois de adulta. Com certeza ela morará mais perto de Jesus que eu!
Isso mesmo! Eu tive uma vida de artista, cheio da podridão da fama, freqüentei várias religiões, decepcionei muito Deus ao longo da minha história, mas ela não: Cresceu ouvindo o evangelho, eu paguei e ela foi matriculada e seus estudos são numa escola evangélica, onde os professores anexam os ensinamentos de Deus aos ensinamentos normais. E mesmo lá, é radical, não quer namorar nem ficar de gracinha com nenhum menino. Além disso, vive do meu lado e convive com pessoas como minha pastora, Ludmila Ferber. Ela procura viver uma vida integra.Como vive assim, morará num lugar melhor que eu. Mas minha meta é ser santa para conseguir um lugar ótimo nas ruas de Deus. O que você prefere? Morar no condomínio fechado ou na favelinha do céu? Dê seu dizimo, não namore – compromisse (na visão dos 12 no Brasil, compromissar é o relacionamento a dois, mas sem toques), honre seu pastor, seu apóstolo, porque a favelinha do céu é melhor que o hotel cinco estrelas do inferno!”Extraído do blog Genizah
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
A GUERRA DO PELOPONESO
A guerra do Peloponeso foi um conflito militar entre as cidades estado de Atenas e Esparta. Para compreendê-la é preciso entender as diferenças que existiam entre essas cidades na antiguidade. Atenas era o centro cultural e político enquanto Esparta era voltada para o militarismo. Tem-se a causa principal da guerra o fato dos espartanos sentirem-se ameaçados pela grande desenvoltura econômica e influência de Atenas na região do Peloponeso uma larga península ao sul da Grécia separada pelo Istmo de Corinto. Atenas e Esparta tinham relações tensas que variavam entre lutas e tréguas pela hegemonia grega. Atenas se associou a algumas Cidades formando a chamada “Liga Délia” e através dela controlava o comercio marítimo. Esparta por sua vez, apostava a sua força num modelo militar imbatível, bem treinado aliado a outras cidades que denominaram essa união de “Liga do Peloponeso” tendo como principal força no âmbito marítimo a cidade de Corinto. No seu primeiro período a Guerra do Peloponeso teve duração de dez anos seguida de um período de trégua. Esse período deveria obedecer a um largo espaço de tempo num acordo de paz, acordo esse que foi quebrado por uma investida de militares que tomaram uma das regiões controladas pelos espartanos através da liga do Peloponeso. Com o acordo de paz quebrado, novas batalhas se dão nessa região. Nesse período os atenienses foram derrotados. Durante os anos de guerra que se seguiram intercalados por períodos de tréguas, os espartanos venceram a maior parte dos conflitos. Assim a hegemonia espartana foi estabelecida sobre a maioria das cidades gregas. Em face ao grande desgaste no “Mundo Grego” em decorrência da guerra por inúmeras batalhas, as grandes cidades gregas que até então eram consideradas poderosas sofrem grande crise econômica situação essa que foi observada pelo rei Felipe II da Macedônia que organiza uma grande força tarefa através de um grande exercito e começa a conquistar os territórios gregos durante parte do século IV a.C.
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